Governo concede em março mais 35 registros de agrotóxicos; já são 121 produtos liberados no ano

Com média de um agrotóxico liberado por dia, governo Bolsonaro permitiu a comercialização de 28 produtos “extremamente tóxicos”; novidade na lista, alemã Basf foi condenada em 2013 pela intoxicação de 1.068 pessoas, incluindo 59 mortes.

Enquanto a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, terminava sua excursão pelos Estados Unidos convidando empresários locais a investir no agronegócio brasileiro, sua equipe continuou trabalhando pela liberação de novos agrotóxicos. Publicado no Diário Oficial no dia 21 de março, o Ato nº 17 do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas concedeu registro a 35 novos rótulos, que passam a ter licença para comercialização em todo território nacional.

Dentre eles, seis pertencem à classificação toxicológica mais elevada, a classe I, que compreende os produtos considerados “extremamente tóxicos” à saúde humana.

Desde janeiro, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aprovou 121 novos registros, uma média de mais de um agrotóxico por dia. E vem mais por aí: publicado um dia antes, o Ato nº 16 incluiu outros trinta produtos na fila de registro.

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ANA lança aplicativo gratuito com dados de rios e chuvas em todo o Brasil

Para que os brasileiros possam ter em mãos dados de chuvas, nível e vazão dos rios do País; a Agência Nacional de Águas (ANA) lança o aplicativo Hidroweb Mobile nesta quinta-feira, 4 de abril. A ferramenta é gratuita e pode ser baixada na Play Store, para dispositivos com o sistema Android, e na App Store, para aparelhos com o sistema iOS. No aplicativo é possível acompanhar dados coletados nas mais de 3 mil estações hidrometeorológicas gerenciadas pela ANA espalhadas pelo Brasil, inclusive informações em tempo real.

hidroweb

Tela inicial do aplicativo Hidroweb Mobile. Fonte: Agência Nacional das Águas (ANA).

O aplicativo oferece a opção de encontrar as estações mais próximas do usuário a partir da localização do dispositivo móvel, que pode ser um celular ou tablet. Também há um filtro que permite ao usuário encontrar as estações que pretende consultar por tipo (fluviométrica ou pluviométrica), estado, município, bacia hidrográfica, rio, entidade responsável ou operadora de cada plataforma de coleta de dados (PCD). Ao acessar as informações de cada estação, é possível visualizar gráficos com os dados de chuvas, nível e vazão do último dia, semana, mês e ano.

Outra funcionalidade é a busca digitando o nome da estação, rio ou município onde está a PCD. Ao encontrar as estações de seu interesse, o usuário pode marcá-las como favoritas, o que permite visualizar os dados de interesse sem a necessidade de realizar novas buscas de dados destes equipamentos selecionados.

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Milhares de pessoas se reúnem em Papanduva (SC) para debater os riscos da extração de xisto

Mais de 1.100 pessoas de 8 municípios catarinenses acompanharam no dia 18/03 o seminário “Riscos da Extração do Óleo e Gás de Xisto” na cidade de Papanduva (SC). O objetivo do evento foi aprofundar o conhecimento da população acerca dos problemas que podem ser causados caso empresas de exploração de xisto se instalem na região. O encontro foi uma iniciativa organizada pela Coalizão Não Fracking Brasil pelo Clima, Água e Vida (COESUS), 350.org Brasil, Instituto Internacional Arayara e  Associação de Proteção da Bacia do Rio São João e da Bacia do Rio Papanduva (PRORIOS).

Durante uma palestra muito dinâmica e expressiva realizada pelo coordenador e fundador da COESUS, Juliano Bueno Araújo, os presentes puderam ter contato com os principais impactos socioambientais causados pelos métodos de extração de óleo e gás de xisto, entre eles o Petrosix; o Fracking; o Coalbed Methane (CBM) e o Tar Sands. Dentre os apresentados estão problemas de saúde, contaminações às pessoas, água e meio ambiente, além de questões econômicas e de desapropriação de terrenos.

palestra

Geólogo Luiz Fernando Scheibe  palestrando sobre os aspectos técnicos e geológicos da região. Fonte: 350.org

O geólogo e professor emérito da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Fernando Scheibe, também ministrou uma palestra apresentando aspectos técnicos e geológicos da região. “Estou arrepiado de ver tantas pessoas juntas neste salão por causa de uma ideia, a vontade de aprender mais e de termos a garantia de uma boa qualidade de vida – sem depender da nossa capacidade de consumo – mas pensando na nossa saúde e na nossa sociabilidade”, comentou Scheibe.

Após as explanações, as autoridades presentes comentaram suas considerações a respeito da possibilidade de extração na região. “Esse sistema mata, essa economia mata. Por isso, não se deixem iludir. A natureza que é agredida, nosso ar, a água não tem volta”, apontou o Bispo da Diocese de Caçador, Dom Severino Clasen. Já a Promotora de Justiça da Comarca de Papanduva, Bianca Andrighetti Coelho comentou que “acima de tudo, o Ministério Público de Santa Catarina, em especial a Promotoria de Justiça de Papanduva, virá buscar que se faça justiça e que o meio ambiente seja preservado”.

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Seminário sobre os riscos da extração de xisto será realizado em Papanduva (SC)

Na próxima segunda-feira (18) será realizado o seminário “Problemas causados pela extração do óleo e do gás de xisto”, às 19 horas, no Salão Paroquial da Paróquia São Sebastião, em Papanduva (SC). O objetivo é conscientizar a população da região acerca dos riscos destes métodos de extração. O evento é uma realização da Coalizão Não Fracking Brasil pelo Clima, Água e Vida (COESUS), da 350.org Brasil, do Instituto Internacional Arayara e da Associação de Proteção da Bacia do Rio São João e da Bacia do Rio Papanduva (PRORIOS).

A presidente da PRORIOS, Maria Lucia Wawrzyniak, acredita que o evento é uma grande oportunidade para os moradores, sendo um grande alerta para toda a região. “Dessa forma será possível entender todas as questões econômicas, sociais e ambientais que envolvem a exploração do xisto e, à partir disso, os indivíduos poderão se posicionar de forma mais fundamentada – com todo o embasamento técnico necessário”, explica.

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Quase 90% dos poços artesianos do Brasil são clandestinos, aponta estudo

Água seria suficiente para abastecer país por 1 ano, segundo Instituto Trata Brasil. Estudo feito em conjunto com a USP aponta que o país tem 2,5 milhões de poços. Caso todo o volume de água fosse regularizado e cobrado pelas operadoras públicas, a receita chegaria a R$ 59 bilhões por ano.

A grande maioria dos mais de 2,5 milhões de poços artesianos do Brasil é clandestina e, por conta disso, está sujeita a contaminações e problemas sanitários e ambientais. É o que aponta um estudo do Instituto Trata Brasil em parceria com o Centro de Pesquisa de Águas Subterrâneas da Universidade de São Paulo (USP), obtido pelo G1 e divulgado nesta quinta-feira (14).

O estudo destaca a importância da extração das águas subterrâneas no país e as consequências da falta de regularização e de acompanhamento desses poços, que são os grandes responsáveis pela captação subterrânea. Para ter uma ideia, o total de água extraída dos poços chega a 17.580 Mm³/ano, valor suficiente para abastecer toda a população brasileira durante um ano.

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Infográfico apontando o alto índice de irregularidade dos poços artesianos e o potencial de exploração. Fonte: Instituto Trata Brasil

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Lançamento do livro ‘Águas Subterrâneas: um patrimônio catarinense”.

O lançamento do livro ‘Águas subterrâneas: um patrimônio catarinense’ ocorreu na tarde do dia 11 de dezembro de 2018, no auditório da Fapesc, em Florianópolis. A obra foi apresentada durante o seminário no qual os pesquisadores do projeto Rede Guarani/Serra Geral apresentaram os resultados e perspectivas do mesmo (leia mais aqui). O livro conta com 160 páginas e foi produzido pela Rede Guarani em conjunto com a agência Mafalda Press e a jornalista Imara Stallbaum, com recursos advindos da SDS (Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável).

Para o professor Luiz Fernando Scheibe, “Essa publicação garantiu a união entre o projeto jornalístico e o projeto científico, que certamente está muito mais compreensível a diversos públicos do que apenas a publicação de resultados acadêmicos”.

O livro Águas subterrâneas: um patrimônio catarinense está disponível gratuitamente em e-book neste link: http://expressao.com.br/…/aguas_subterra…/mobile/index.html….

Seminario-Rede-Guarani-Serra-Geral

Clique aqui para ver mais fotos do evento.

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Expedição que percorre o rio Uruguai chega à região Oeste de Santa Catarina

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